A Doença de Alzheimer atinge em cheio idosos de todo o mundo. Isso tem chamado bastante a atenção das entidades públicas de saúde, devido ao crescimento exponencial no número de idosos atingidos.

Sem saber ao certo quais são as origens da doença e como evitá-la, para quem convive com idosos é válido manter-se atento aos esquecimentos. Assim se torna mais fácil saber se pode ser algo mais grave ou não.

Quando o esquecimento deve ser levado a sério? Será que qualquer esquecimento durante a melhor idade pode ser considerado um “indicativo” de Alzheimer? O que é Alzheimer?

Entenda tudo sobre o assunto ao longo deste artigo. Em um gesto de amor ajude o idoso a perceber se seus esquecimentos são ou não indicativos de Alzheimer. Continue lendo!

 

O que é Doença de Alzheimer?

 

O Alzheimer é uma doença bastante comum entre os idosos que tem mais de 60 anos. No Brasil estimam-se que ao menos 2 milhões de idosos sofram deste mal. Caracterizada como a perda de funções mentais importantes, a doença é progressiva e degenerativa. O Alzheimer atinge principalmente a memória.

Atingindo o idoso de diferentes formas o Alzheimer requer muito cuidado, acompanhamento médico e atenção por parte dos familiares e cuidadores.

A doença não pode ser curada após ter sido desenvolvida. A boa notícia é que é possível controlar os sintomas da doença, desde que seja rapidamente descoberta. É importante saber que o seu principal sintoma é o declínio cognitivo.

Infelizmente, cerca de 75% dos idosos desenvolvem o Alzheimer sem saber. Quando descobrem, já estão em fases mais avançadas. Essas fases dificultam os tratamentos, diminuindo a qualidade de vida dos idosos.

 

Esquecimento e Alzheimer

 

A perda de memória é um dos graves sintomas da doença de Alzheimer. Entretanto, nem todo esquecimento pode ser considerado como parte desta enfermidade ou sintoma.

Os portadores da doença de Alzheimer conseguem se lembrar perfeitamente dos acontecimentos passados, porém apresentam dificuldades em reter informações novas.

Um forte indicativo do declínio cognitivo é justamente quando a pessoa começa a se esquecer de suas atividades diárias. Coisas simples como responder “o que comeu ontem” podem se tornar tarefas extremamente complicadas para um idoso que esteja desenvolvendo a doença. Isso ressalta a importância de um acompanhamento mais de perto.

Apesar de muitos considerarem a perda de memória como algo normal na velhice, uma parte natural do processo da vida, é indispensável saber até que ponto esta perda afeta realmente a pessoa!

Quando a doença não é tratada, ela trás inúmeros malefícios para a saúde e para o dia a dia do idoso. O que reafirma a importância de se atentar para os casos em que pode ser o início da doença de Alzheimer.

 

Como saber se é Alzheimer?

 

Se a perda de memória e o esquecimento podem ou não ser parte e sintoma da doença de Alzheimer é difícil distinguir quando se trata ou não da doença. Como é possível fazer essa distinção ?

Obviamente a procura por um profissional é bem-vinda. Assim, todas as dúvidas podem ser tiradas! Apenas um especialista na área poderá dar devidamente o prognóstico sobre a existência ou não da doença.

Existem algumas alternativas – não tão confiáveis quanto à consulta ao profissional, mas ainda assim bastante úteis – para se descobrir se o esquecimento é algo ligado apenas ao cansaço e a idade avançada ou se realmente pode vir a ser algo mais sério.

Um dos testes mais utilizados para diagnóstico do Alzheimer consiste em responder um questionário de apenas 10 perguntas que indica o nível de esquecimento e sua possível relação com a doença.

Publicado no “Alzheimer’s and Dementia”, o estudo de um neurologista americano tem ganhado muitos holofotes entre aqueles que buscam diagnosticar se os esquecimentos podem significar algo mais sério.

Para ter um resultado mais próximo da realidade é importante que ao responder o questionário – seja a própria pessoa ou alguém realmente próximo – não haja qualquer interesse pessoal no resultado. Estar neutro é uma das garantias que a pontuação final condiga com a realidade.

O teste tem 10 questões e 5 alternativas de resposta. Cada questão possui uma pontuação. A soma total vai de 0 a 30 pontos. Os maiores resultados representam fortes indicativos da presença tanto da doença de Alzheimer quanto outros declínios cognitivos.

 

Alzheimer está relacionado apenas com a perda de memória?

 

Vale dizer que a doença de Alzheimer não tem apenas influência e impacto na memória. O Alzheimer agride outras áreas do corpo humano e capacidades, sendo que ainda não se sabe ao certo sobre todas elas.

Estudos nas universidades federais brasileiras (São Paulo e do Rio de Janeiro), recentemente realizaram testes em que se evidenciou que o paladar dos portadores de Alzheimer também pode ser atingido, bem como a atenção, a linguagem e até mesmo a orientação espacial.

Outro ponto importante observado por tais pesquisas é que os portadores dessa doença degenerativa podem apresentar maior predisposição para os transtornos depressivos.

Apesar de ainda não existirem medicamentos 100% proveitosos no que se refere a doença, quanto mais cedo ela for descoberta maiores e melhores são as chances de se ter mais qualidade de vida e menos acontecimentos ligados a essa degeneração.

Os idosos que sofrem de Alzheimer precisam de um cuidado mais especial. É importante que não fiquem sozinhos. Sabemos o quanto é difícil conciliar a rotina diária e o cuidado aos nossos pais e avós, porém existem serviços de teleassistência para idosos que oferecem monitoramento 24 horas. Um dos serviços de teleassistência exclusivo para idosos é o ClickHelp. Esse serviço possui um botão de pânico que é acionado automaticamente caso ocorra alguma emergência com o idoso. Essa é uma das alternativas para cuidar do seu ente querido que sofre de Alzheimer, mesmo você não estando o tempo inteiro presente.

Entre as dicas para afastar o Alzheimer vale destacar o movimento! Alguns estudos afirmam que ter uma vida de movimento, com a realização de exercícios físicos, por exemplo, pode afastar a doença! Ler bastante e não entregar-se ao sedentarismo intelectual também é importante